Flamengo e Galo fazem a festa brasileira na Libertadores

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O Flamengo fez um primeiro tempo bisonho, sofrível e sofrido mesmo contra os equatorianos do Emelec.

Menos mal que aos 10 minutos, Elano, em homenagem a Zico que estava no Maracanã, bateu uma falta como se fosse com a mão e fez 1 a 0 para os campeōes da Copa do Brasil.

Mas ninguém estava feliz com o desempenho rubro-negro, nem os jogadores nem muito menos os torcedores.

Além do gol, apenas uma bola na trave chutada por Everton trouxe emoção ao jogo, com um Flamengo que parecia ter só defesa, falhando, e ataque, inoperante, porque o meio de campo não existia.

Pior, no entanto, era a situação do Galo, que empatava sem gols com o Independiente Santa Fé, da Colômbia, com apenas duas boas chances de gol para os atleticanos no Independência.

O alento só veio no fim, quando os adversários ficaram com 10 jogadores, graças à correta expulsão do visitante Medina.

O Flamengo voltou com Gabriel no lugar de Mugni e pressionado pelo Emelec que, perdido por um, perdido por 10.

E o Galo, aos 15, num chute de fora da área, sofreu o 1 a 0, Pérez, um sustaço que passou dois minutos depois, porque Jô, recebendo ótimo passe de Guilherme, tratou de empatar. Ufa!

Aos 8, Jô já havia mandado uma bola na trave e, aos 20, Otamendi tirou lasca do travessão.

Ao mesmo tempo do empate do Galo, mas aos 9 no Rio, Hernane, o Brocador, cuja transferêrencia para a China ainda não se completou, fez 2 a 0, em excelente jogada de André Santos na linha de fundo.

Alívio no Maracanã, tensão no Horto, com 15 mil torcedores.

A entrada de Gabriel fez ligação que faltou no primeiro tempo.

Aos 22, Elano saiu e Alecsandro entrou.

Em BH, aos 31, foi Fernandinho quem saiu, para entrada de Neto Berola.

Everton teve o terceiro gol do Mengo à disposição, mas a zaga salvou na entrada do gol.

Já tanto o Galo como o Independiente pareciam esfalfados e o campeão da Libertadores amargava um empate fora de seus planos até os 41 quando brilharam as estrelas de Neto Berola e de Paulo Autuori, com o segundo gol, o da virada, o da vitória, de meia bicicleta.

E fim de papo em Minas, mas não no Rio, porque Everton, enfim, fez o gol que fazia por merecer: 3 a 0!

Festa em preto e branco em BH e em preto e vermelho no Rio, mesmo com o gol de Escalada, o ex-botafoguense, que diminuiu para 3 a 1, diante de 40 mil torcedores que, em coro, ao final, pediam para Hernane ficar.

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