Pinheiro Machado

JOSÉ GOMES PINHEIRO MACHADO

– UM DESTACADO LIDER POLITICO

Zé Domingos

Diante a passagem neste dia 08 de maio do nascimento em 1.851 em Cruz Alta – Rio Grande do Sul de um dos mais influentes políticos da Velha República José Gomes Pinheiro Machado apresento um texto em torno do mesmo.

Antonio Pedro Flores Amaral um gaúcho há muitos anos radicado no Paraná, escritor, poeta e historiador me encaminhou há algum tempo um artigo interessantíssimo divulgado pelo Almanaque Gaúcho assinado por Olyr Zavaschi onde o mesmo aborda a morte de um dos mais importantes vultos da história política brasileira – Pinheiro Machado. Diante do significado do texto estou o destacando neste espaço.

TUNEL DO TEMPO

A MORTE DE PÍNHEIRO MACHADO

Ele era o político mais poderoso da República, José Gomes Pinheiro Machado demonstrara isso ao dar seu decisivo apoio e eleger o marechal Hermes Fonseca presidente da Republica derrotando ninguém menos que Rui Barbosa.

Era senador pelo Rio Grande do Sul, polêmico e temia ser assassinado. Com 14 anos como cadete havia fugido da Escola Militar, em 1.866, para alistar-se no 4º Grupo de Caçadores a Cavalo e seguira para a Guerra do Paraguai, onde participaria de vários com bates. Forma-se em Direito em São Paulo aos 27 e então retorna a São Luiz Gonzaga, onde, como estancieiro e advogado, inicia a carreira política inflamada pela causa republicana. Tem como companheiros no Partido Republicano homens como Venâncio Aires, Demétrio Ribeiro e Júlio de Castilhos. Com eles funda o jornal A Federação.

Após a queda do Império, Pinheiro Machado, integra a Comissão dos 21 da Constituinte Republica. Depois na Revolução Federalista, comanda a Divisão do Norte, com participação decisiva na vitória dos republicanos. A partir daí, senador Pinheiro Machado, começa a escalada na política federal, onde passaria a ser respeitado e temido. Em 1.912 recusa a indicação para concorrer a presidência da República.

Foi dele a famosa ordem ao motorista que o conduzia no meio de uma multidão que protestava : “NEM TÃO DEVAGAR QUE PARECE PROVOCAÇÃO NEM TÃO DEPRESSA QUE PAREÇA COVARDIA”.

Ao deixar o Hotel dos Estrangeiros, no Rio, em 8 de setembro de 1915, esse senador de ferro recebeu duas punhaladas nas costas. Seu assassino chamava-se Manso de Paiva. O enterro foi em Porto Alegre, com imensa manifestação popular.

Agradecemos a colaboração de Antonio Pedro Flores Amaral.

José Domingos Borges Teixeira

(Zé Domingos)

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