Dilma Rousseff aprova ‘gigantismo’ da Arena da Baixada

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Funcionou a operação de emergência visando aprontar a Arena para a visita da presidente Dilma Rousseff, on­­tem à tarde. Dilma levou de Curitiba para Brasília uma boa impressão do palco paranaense para a Copa 2014.

Ao descer as escadas das arquibancadas do setor Brasílio Itiberê, no início do evento, a presidente exclamou aos representantes locais: “Nossa, está bonito”. Depois, questionou: “O que é aquilo?”, apontando para a estrutura que sustenta a cobertura da Baixada.

Mais tarde, ao saber que o estádio possui nove andares e 18 elevadores na parte interna, Dilma respondeu: “Que gigantismo”. Quis saber se o prazo de entrega, dia 22, será respeitado. Recebeu um “sim”.

Entre diversos outros políticos, estavam presentes o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet; o vice-governador do Paraná, Flávio Arns; e o minis­­tro do Esporte, Aldo Rebelo. O governador Beto Richa, que criticou a Copa recentemente, não compareceu, cumprindo agenda no Litoral.

Saldo positivo decorrente, em parte, da correria da véspera. Durante todo o dia anterior a movimentação foi intensa dentro e fora da Arena. Ontem a obra transcorreu apenas por meio período.

Uma mobilização só comparável à vista logo após o ultimato dado a Curitiba por Jérôme Valcke, em janeiro. Na oportunidade, o secretário-geral da Fifa ameaçou excluir a cidade do Mundial caso uma força-tarefa não fosse executada para salvar a sede.

Além disso, outras situa­­ções foram costuradas nos bastidores ao longo da semana. Conforme havia programado, a Fomento Paraná repassou à CAP S/A mais uma parte do empréstimo tomado para a conclusão do estádio. A quantia de R$ 6,4 milhões foi suficiente para abafar a preocupação com as finanças.

A presidente não concedeu entrevista coletiva, nem fez qualquer pronunciamento. Permaneceu somente por cerca de 30 minutos nas dependências da casa atleticana. Tempo em que entrou no gramado e ganhou do presidente do Rubro-Negro, Mario Celso Petraglia, uma camisa do clube com a inscrição “presidenta Dilma” e o número 13 – do PT, seu partido – nas costas.

Foi assediada por todos. E, repetindo o que fez em quase todas as visitas aos estádios do Mundial, passou a maior parte do tempo tirando fotos. Posou com um grupo selecionado de trabalhadores da construção.

Antes de chegar à Arena, entretanto, foi preciso contornar uma pequena gafe. A presidente vestia um blazer verde, a cor do Coritiba, rival do Furacão. Por causa disso, ouviu várias brincadeiras.

Diante disso, para evitar mais constrangimentos, o Atlético providenciou um cachecol rubro-negro, que Dilma usou no pescoço. Artigo que a presidente deu de presente para um dos operários antes de ir embora.

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