Anvisa divulga lista completa de restaurantes de Curitiba classificados para atendimento na Copa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou o resultado final do projeto-piloto de categorização de restaurantes, que avaliou a qualidade sanitária de estabelecimentos nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo. Em Curitiba, foram inspecionados inicialmente 176 estabelecimentos (entre bares, lanchonetes e restaurantes), que receberam uma primeira classificação. Sete estabelecimentos de Curitiba foram reprovados na categorização da Anvisa. Foram avaliados itens como questões de higiene, manipulação, armazenamento e conservação de alimentos. A inspeção passou por seis rotas gastronômicas: Santa Felicidade, Juvevê, Centro Histórico, Avenida das Torres, Matheus Leme e Batel. Os reprovados são: Albatroz, Clube do Malte, Costelão do Gaúcho (da Rua Matheus Leme), Engenho de Minas, Mondo Birre, Mr. Green e Pata Negra. O diretor do Centro de Saúde Ambiental da Secretaria Municipal, Luís Armando Erthal, explica quais foram os principais problemas encontrados.

O índice de reprovados é menor do que o registrado na primeira avaliação. Segundo o diretor, a nova avaliação aponta que mais estabelecimentos alcançaram a classificação máxima.

A avaliação foi feita em 11 das 12 cidades-sede da Copa do Mundo. A classificação vai de A (excelente) até E (ruim). Dos sete estabelecimentos reprovados – que foram avaliados como D ou E – três aceitaram gravar entrevista até o momento. O proprietário do Mondo Birre, Marcos Pereira, alega que está há poucos dias com o local, mas que vai realizar uma reforma completa.

Já o dono do Clube do Malte critica a análise da Anvisa. Douglas Salvador disse que foi notificado pela Anvisa que passaria por um processo de certificação que seria facultativo e que o Clube do Malte não participou. Por isso, Douglas questiona o termo “reprovado” utilizado no resultado.

Já o proprietário do Pata Negra, Carlos Aichinger, avalia que a fiscalização é importante, mas ele crítica o rigor excessivo dela.

O dono do restaurante Mr. Green, Félix Donissoni, disse que a má avaliação é referente a questões estruturais, pois a casa onde fica o estabelecimento é antiga e por isso não houve tempo de fazer as modificações estruturais. Segundo ele em nenhum momento o Mr. Green teve qualquer tipo de avaliação negativa com relação a higiene e a conservação dos alimentos. No Costelão do Gaúcho, ninguém quis se manifestar. Já o Engenho de Minas alegou que a Anvisa não questionou os produtos deles e o que foi questionado foi só a estrutura. O local também disse que renovou o contrato com a Vigilância Sanitária no dia 17 de março e que o estabelecimento está dentro das regras estabelecidas pela Vigilância. O proprietário do restaurante Albatroz informou que já se adequou as exigências da Anvisa e aguarda uma nova inspeção.

Veja a lista em PDF: http://www.curitiba.pr.gov.br/multimidia/00148427.pdf

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