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Morre Luiz Alfredo Malucelli, o MALU

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O jornalista e colunista da Gazeta do Povo Luiz Alfredo Malucelli, o Malu, morreu na madrugada desta terça-feira, em Curitiba, aos 80 anos.

Nascido em Morretes, em 20 de abril de 1934, Malu se mudou cedo para Curitiba onde começou a se destacar no futebol a partir dos 15 anos. Ele chegou a jogar pelo Atlético, Coritiba e Ferroviário (hoje Paraná Clube). De gênio explosivo, também deixou cedo o esporte. A partir dos 26 anos dedicou-se ao jornalismo e ao rádio.

Primeiramente escrevia e comentava sobre esportes. Foi diretor da então Rádio Guairacá e ali também começou a se destacar na gastronomia. Para arrecadar patrocínios, convidava empresários e publicitários para almoços e jantares comandados por ele em casas e restaurantes de amigos. O sucesso na rádio fez o então proprietário, Paulo Pimentel, convidá-lo a assumir o departamento comercial da TV Iguaçu, Canal 4.

Adriana Czelusniak/ Gazeta do Povo

Adriana Czelusniak/ Gazeta do Povo / Malu, junto com o então governador Orlando Pessuti

Malu, junto com o então governador Orlando Pessuti

Desde 1970, quando mudou-se para a TV Paranaense, Canal 12, começou a parceria com o jornalista Francisco da Cunha Pereira Filho. Passou também a escrever para a Gazeta do Povo e consolidou a carreira nas áreas de jornalismo, marketing e publicidade, sem nunca esquecer da gastronomia.

Mantinha até os dias atuais uma coluna semanal, publicada aos sábados, na Gazeta do Povo, onde contava deliciosas e bem-humoradas histórias e publicava receitas.

Em 2011 publicou o livro “Casos do Malu – histórias, receitas e muitas risadas”, em que resgata algumas das histórias e receitas, junto com o amigo e jornalista Gilberto Fontoura.

Leia a coluna de Malu publicada no sábado passado

Crédito: Gazeta do Povo

Gisele Teixeira – Semana dos “Bodegones Porteños”: a minha seleção!

De 8 a 14 de setembro, mais de 50 “bodegones” participam da SEMANA DE LOS BODEGONES PORTEÑOS, um evento que divulga as raízes da gastronomia local. Durante estas datas, os preços serão promocionais (almoço a $85  e jantar a $135.- cubiertos incluídos) – um pechincha para quem troca reais na Florida na cotação blue.

Mas o que é um bodegón?

Quem responde é o crítico gastronômico Pietro Sorba, autor do livro Bodegones de Buenos Aires (Editora Planeta), onde resenha 30 lugares que cabem nesta “categoria”:

“Es un lugar porteño que debe tener cierta edad, con algo de historia, informal y cómodo, donde se disfruta de comidas tradicionales (principalmente picadas, buenas pastas caseras y, por supuesto, milanesas y carnes) presentadas en un extenso menú. Se sirven porciones abundantes que se comparten sin que nadie te mire o te trate miserable. El sabor de las comidas y los precios de los platos son abordables. No se admiten platos conceptuales o innovadores…No debe sorprender si en algún salón comedor se ve pasar al gato de la casa

Minha seleção

Aproveitem a ocasião para conhecer algum lugar novo, fora da rota de sempre! Abaixo, cinco dicas de lugares que eu gosto e a lista completa de participantes.

Guijón

Bodegones Porteños_Gijon

Guijón está no livro Bodegones,  fica pertinho aqui de casa e é um lugar que vou sempre quando recebo a visita do  amigo Rivadávia Severo, que ama o bife de chorizo de lá. Pelo ponto de cozimento, tamanho e qualidade da carne, está entre os melhores da cidade.

As porções são mais que generosas, o sabor é genuinamente caseiro e o cardápio não pode ser mais portenho. É bom deixar claro que, como todo o bodegón, o ambiente é simples. E, confesso, a gente sai um pouco defumada…mas vale a pena.

Celta Bar

Bodegones Porteños_celta

Esse bar descobri por acaso no ano passado e adorei. Especialmente pela localização: Sarmiento e Rodriguez Peña. Além da boa comida (é do mesmo dono do La Poesia, Bar de Cao e El Federal), tem uma ótima programação musical, que vocês podem conferir na página Celta Concert. Os shows rolam numa sala no sub-solo, que é uma delícia!

Pan y Arte

Av Boedo 880

Um dos pontos forte deste restaurante são as picadas, perfeitas para serem degustadas numa mesinha ao ar livre no verão.

A cozinha da casa é tipicamente mendocina. Ou seja, uma delícia! E todos os pratos são feitos no forno – nada de frituras!!

Há um pequeno armazém, onde se pode comprar azeites, pães e outras delicadezas. Na parte de cima do restaurante funciona um teatro, de mesmo nome. Saiba mais sobre a casa na página de Facebook. 

Los Laureles

Bodegones Porteños_los laureles

Já falei várias vezes sobre este lugar aqui, porque além de restaurante é uma ótima milonga.

Fica num lugar precioso, um casarão antigo de Barracas que data de 1893. Excelente programação tangueira, boa comida e ambiente acolhedor.

Outros pontos positivos são a decoração charmosa, com o tradicional piso portenho preto e branco, lembrando um tabuleiro de xadrez, e a iluminação meio amarela, de farol antigo. Música ao vivo a partir de quarta-feira.  

Recentemente foi cenário de locação para o filme Glórias del Tango. Ah, nos sábados tem a milonga empastada, somente com discos de vinil!

La Poesia

Esse é outro clássico e meio que o meu bar da esquina, um lugar que frequento desde que cheguei a Buenos Aires, há seis anos. Adoro! Foi recentemente ampliado, ganhando um salão extra. Destaque para o enoooorme cardápio e para as picadas. Além, é claro, para a decoração e piano que, por sorte, vira e mexe tem alguém tocando!

Bodegones Porteños_lapoesia2

 

Lista completa de bodegones

 Outras informações: www.facebook.com/semanadelosbodegones

Retiro, San Nicolás, Puerto Madero, San Telmo, Montserrat y Constitución
Almacén y bar
Centro Asturiano
Celta bar
El Federal
El Imparcial
Facundo
Gijón
La Embajada
La Tasca de Fosforito
Lezama
Lo Rafael
La Poesía
Manolo
Norte
Refugio de Oleiro
Taberna Baska
Vía 71

Recoleta
Teodoro

Balvanera y San Cristóbal
Bar de Cao
El Español
Il Vero Arturito
La Gran Taberna
La Viña del Abasto
Miramar
Pinuccio & Figli

La Boca, Barracas, Parque Patricios, Nueva Pompeya
Don Carlos de la Boca
El Obrero
El Puentecito
La Flor de Barracas
Los Laureles
Pulpería del Cotorro

Almagro y Boedo
El Faro de Vigo
La Tacita
Mamma Silvia
Margot
Pan y Teatro
Spiagge de Napoli

Caballito
Pucará

Flores y Parque Chacabuco
Esquina Vernet

Villa Real, Monte Castro, Versalles, Floresta, Vélez Sarfield, Villa Luro
Cándido
Puerto Deseado

Villa General Mitre, Villa del Parque, Villa Devoto, Villa Santa Rita
Café de García
Chichilo

Nuñez, Belgrano, Colegiales
2901

Palermo
El bar del Gallego
El Trapiche
Ña Serapia
Oviedo
Social La Lechuza

Chacarita, Villa Crespo, Villa Ortúzar, Agronomía, Parque Chas y La Paternal
A los Amigos
Cervecería López
El Faro
Gambrinus
Il Vero Mangiare
La esperanza de los Ascurra
La mamma Rosa
Ocho esquinas

Crédito: Aquimequedo.com.br

Gisele Teixeira – Onde comprar o Buenos Aires Guía Práctica

O BUENOS AIRES GUÍA PRÁCTICA, lindo guia feito pela amiga, designer gráfica e “viajeira” Anna Mendes, começou a ser distribuído na capital argentina pela Waldehuter, uma das melhores da cidade.

Ou seja, vocês já podem encontrá-lo nas boas livrarias da Buenos Aires, entre elas as das cadeias Cuspide e Yenny (El Ateneo, por exemplo).  

Outra bela novidade: saiu uma resenha bacana do livro na edição desta semana da Revista Ñ, do Clarín. 

São mais de 200 dicas, divididas em 13 bairros, com sugestões de lugares para comer, beber, comprar, passear e bailar! Inclui, por exemplo, um mapa com o circuito off de teatro de Abasto, algo que não vi nunca em nenhum guia.

Tem ainda sugestões de escapadas (Tigre e Delta, colônia do Sacramento, Mataderos, La Plata e San Antonio de Areco).

O livro tem 40 páginas, é em espanhol e saiu pela Editorial La Luminosaempresa organizadora da FEIRA DE LIVROS DE FOTOS DE AUTOR.

Para completar, o Guia tem ótimo formato para a gente levar na bolsa  (18 x 12 cm) e uma seleção dos melhores lugares da cidade. Custa 90 pesos.

Crédito: Aquimequedo.com.br

 

Gisele Teixeira – Ano Cortázar: o escritor e sua relação com o tango

Silbar viejos tangos centrados en melancólicos destinos de ida o de venida es una de mis muchas maneras de seguir estando en Buenos Aires, sobre todo ahora que ya no puedo volver (…)

trotoir

Quando se fala em Julio Cortázar e música, a primeira palavra que nos vem à cabeça é jazz.

Mas poucos sabem que o escritor argentino deixou um disco de tango!

Chama-se Trottoirs de Buenos Aires e foi gravado nos anos 80, com Edgardo Cantón, e interpretação de Juan “Tata” Cedrón.

Os detalhes estão no blog CORTAZARIO.

 

Trottoirs de Buenos AiresO disco tem os seguintes tangos:

01 Medianoche, aquí
02 Guante azul
03 Tu piel bajo la luna
04 Tras su rastro
05 Veredas de Buenos Aires
06 El buscador
07 Java
08 La camarada
09 Paso y quiero
10 La cruz del sur

 

Descarga completa aqui! 

Escute outros tangos do disco

 

Texto de Cortázar sobre Carlos Gardel

A Gardel hay que escucharlo en la vitrola.
 
    Hasta hace unos días, el único recuerdo argentino que podía traerme mi ventana sobre la rue de Gentilly era el paso de algún gorrión idéntico a los nuestros, tan alegre, despreocupado y haragán como los que se bañan en nuestras fuentes o bullen en el polvo de las plazas.
    Ahora unos amigos me han dejado una vitrola y unos discos de Gardel. Enseguida se comprende que a Gardel hay que escucharlo en la vitrola, con toda la distorsión, y la pérdida imaginables; su voz sale de ella como la conoció el pueblo que no podía escucharlo en persona, como salía de zaguanes y de salas en el año veinticuatro o veinticinco. Gardel-Razzano, entonces: “La cordobesa”, “El sapo y la comadreja”, “De mi tierra”. Y también su voz sola, alta y llena de quiebros, con las guitarras metálicas crepitando en el fondo de las bocinas verde y rosa: “Mi noche triste”, “La copa del olvido”, “El taita del arrabal”.
    Para escucharlo hasta parece necesario el ritual previo, darle cuerda a la vitrola, ajustar la púa. El Gardel de los pickups eléctricos coincide con su gloria, con el cine, con una fama que le exigió renunciamientos y traiciones. Es más atrás, en los patios a la hora del mate, en las noches de verano, en las radios a galena o con las primeras lamparitas, que él está en su verdad, cantando los tangos que lo resumen y lo fijan en las memorias.
    Los jóvenes prefieren al Gardel de “El día que me quieras”, la hermosa voz sostenida por una orquesta que lo incita a engolarse y volverse lírico. Los que crecimos en la amistad de los primeros discos sabemos cuanto se perdió de “Flor de fango” a “Mi Buenos Aires querido”, de “Mi noche triste” a “Sus ojos se cerraron”. Un vuelco de nuestra historia moral se refleja en ese cambio como en tantos otros cambios.
    El Gardel de los años veinte contiene y expresa al porteño encerrado en su pequeño mundo satisfactorio: la pena, la traición, la miseria no son todavía las armas con que atacarán a partir de la otra década el porteño y el provinciano resentidos y frustrados. Una última y precaria pureza preserva aún del derretimiento de los boleros y el radioteatro.
    Gardel no causa, viviendo, la historia que ya se hizo palpable con su muerte. Crea cariño y admiración, como Legui o Justo Suárez; da y recibe amistad, sin ninguna de las turbias razones eróticas que sostienen el renombre de los cantores tropicales que nos visitan, o la mera delectación en el mal gusto y la caballería resentida que explican el triunfo de un Alberto Castillo.
    Cuando Gardel canta un tango, su estilo expresa el del pueblo que lo amó. La pena o la cólera ante el abandono de la mujer son pena y cólera concretas, apuntando a Juana o a Pepa, y no ese pretexto agresivo total que es fácil descubrir en la voz del cantante histérico de este tiempo, tan bien afinado con la histeria de sus oyentes. La diferencia de tono moral que va de cantar “Lejano Buenos Aires, que lindo que has de estar!” como lo cantaba Gardel, al ululante “¡Adiós pampa mía!” de Castillo, da la tónica de ese viraje a que aludo. No sólo las artes mayores reflejan el proceso de una sociedad.
    Escucho una vez más “Mano a mano”, que prefiero a cualquier otro tango y a todas las grabaciones de Gardel. La letra, implacable en su balance de la vida de una mujer que es una mujer de la vida, contiene en pocas estrofas “la suma de los actos” y el vaticinio infalible de la decadencia final. Inclinado sobre ese destino, que por un momento convivió, el cantor no expresa cólera ni despecho. Rechiflao en su tristeza, la evoca y ve que ha sido en su pobre vida paria sólo una buena mujer. Hasta el final, a pesar de las apariencias, defenderá la honradez esencial de su antigua amiga. Y le deseará lo mejor insistiendo en la calificación.
 
Que el bacán que te acamala
tenga pesos duraderos,
que te abrás en las paradas
con cafishos milongueros,
y que digan los muchachos:
“Es una buena mujer”.
 
    Tal vez prefiero este tango porque da justa medida de lo que representa Carlos Gardel. Si sus canciones tocaron todos los registros de la sentimentalidad popular, desde el encono irremisible hasta la alegría del canto por el canto, desde la celebración de glorias turfísticas hasta la glosa del suceso policial, el justo medio en que se inscribe para siempre su arte es el de este tango casi contemplativo, de una serenidad que se diría hemos perdido sin rescate.
    Si este equilibrio era precario, y exigía el desbordamiento de baja sensualidad y triste humor que rezuma hoy de los altoparlantes y los discos populares, no es menos cierto que cabe a Gardel haber marcado su momento más hermoso, para muchos de nosotros definitivo e irrecuperable. En su voz de compadre porteño se refleja, espejo sonoro, una Argentina que ya no es fácil evocar.
    Quiero irme de esta página con dos anécdotas que creo bellas y justas. La primera es a la intención -y ojalá al escarmiento- de los musicólogos almidonados. En un restaurante de la rue Montmartre, entre porción y porción de almejas a la marinera, caí en hablarle a Jane Bathori de mi cariño por Gardel. Supe entonces que el azar los había acercado una vez en un viaje aéreo. «¿Y qué le pareció Gardel?», pregunté. La voz de Bathori -esa voz por la que en su día pasaron las quintaesencias de Debussy, Fauré y Ravel- me contestó emocionada: «Il était charmant, tout à fait charmant. C’était un plaisir de causer avec lui». Y después, sinceramente: «Et quelle voix!»2
    La otra anécdota se la debo a Alberto Girri, y me parece resumen perfecto de la admiración de nuestro pueblo por su cantor. En un cine del barrio sur, donde exhiben “Cuesta abajo”, un porteño de pañuelo al cuello espera el momento de entrar. Un conocido lo interpela desde la calle: «¿Entrás al biógrafo? ¿Qué dan?» Y el otro, tranquilo: «Dan una del mudo…»

Julio Cortázar
 
Este texto fue publicado en el nº 223 de la revista Sur, de julio/ agosto de 1953, y en La vuelta al día en ochenta mundos, 1967.
 
Crédito: Aquimequedo.com.br

Gisele Teixeira – Cafés Notables: a elegância do The New Brighton

THE NEW BRIGHTON é  um bar “elegantemente britânico” no meio da muvuca do centro, a passos da calle Florida (Sarmiento, 645).

O lugar é uma viagem no tempo e inaugura esta seção de CAFÉS e BARES NOTABLES, que começo a fazer a partir deste mês.

Os Cafés Notables são lugares de relevância para a cidade – por sua história, arquitetura ou importância para o bairro – e formam parte do patrimônio histórico de Buenos Aires.

Conhecê-los e tomar um cortado em um deles é um ritual obrigatório para quem está de passagem pela capital argentina.

A lista é grande (mais de 70) e hoje começo as apresentações!

A história do The New Brighton

Antes de se transformar em café e restaurante, o The New Brighton era onde os cavalheiros ingleses e portenhos elegiam seus trajes. Funcionou como alfaiataria até 1976, depois foi sede do restaurante Clark’sm que fechou em 2002, e reabriu em 2007 com o nome atual.

É um ambiente super masculino, bastante frequentado por funcionários que trabalham no centro. Meninas, não se intimidem!

 

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Ao entrar,  o primeiro que chama a atenção é  balcão imenso, que recria o encanto dos pubs mais sofisticados. Há um piano de cauda, uma ala para refeições, uma cava e ainda um reservado para jantares mais íntimos.

O lugar foi recuperado por Fermín Gonzales, que se esmerou em manter o clima de Belle Époque, com os maravilhosos vitrôs e a madeira talhada. As paredes estão revestidas de cedro importado da Inglaterra.

 

Ao meio-dia o restaurante oferece menú executivo e, durante a tarde, cafés e drinques.

À noite o serviço é somente a la carte (uma ótima opção numa zona que quase não tem nada). A especialidade da casa é o Lomo Brighton: “lomo envuelto en hojaldre con panceta y champiñón, servido con manzanas bañadas en un gratinado de crema y gruyere”.

Fui apenas para um café, no meio da tarde, que veio acompanhado por muitos e bons chocolates. Recomendadíssimo!

Importante: os preços são mais elevados que o normal, mas o serviço é à altura. Toda uma experiência.

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Endereço: Sarmiento, 645

Horário: Seg – Sex06h às 00h30 e sábado das 18h às 01h

 Crédito: Aquimequedo.com.br

Gisele Teixeira – 1001 discos para ouvir antes de morrer disponíveis online

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Só clássicos

1001 DISCOS PARA OUVIR ANTES DE MORRER é uma livro que é uma verdadeira bíblia da música, uma coleção com os melhores álbuns dos últimos 60 anos, abrangendo desde as origens do rock ‘n’ roll até as inovações tecnológicas e eletrônicas que invadiram o cenário musical nos anos 2000.

A boa notícia é que agora dá para ouvir na internet os álbuns que estão citados no livro! Do jazz ao punk, do hip- hop ao blues, passando pelos mais diversos estilos.

A seleção foi feita em 2006 por 90 jornalistas e críticos e abrange a história da música de 1955 a 2005, de Frank Sinatra a Arcade Fire. Artistas brasileiros como João Gilberto, Tom Jobim, Caetano Veloso,  Astrud Gilberto, Bebel Gilberto, Mutantes, Chico Buarque, Elis Regina, Jorge Ben Jor e Sepultura também estão presentes.

Para ouvir, basta clicar no CD desejado e aguardar o player no canto superior direito do site. O projeto ainda não está disponível para plataformas móveis. Quem proporciona essa seleção bacana é a Radio3Net. 

Clique no link para acessar: 1001 álbuns para ouvir antes de morrer

É só ir clicando em Load More que vão aparecendo mais capas de discos!

Crédito: Aquimequedo.com.br

Gisele Teixeira – 50 cafés de Buenos Aires mapeados pelo Café Contado

Já falei aqui no blog desse site chamado CAFÉ CONTADO, que fala somente dos cafés de Buenos Aires. Ele é feito por Carlos Cantini, gestor cultural, escritor e roteirista – e um apaixonado pelo Café Margot, de Boedo.

“En Cafés estudié, leí, escribí, me divorcié y me volví a enamorar. El Café es un ambiente más de nuestra casa que es Buenos Aires. Ningún porteño se siente extraño en un Café. Están cargados de información que nos resulta familiar y abraza. Por eso los visito. Y lo cuento”.

A última do CAFÉ CONTADO foi mapear 50 cafés do Buenos Aires no Google – parece que é a tendência do momento. É só clicar na xícara!

http://cafecontado.com/2014/06/30/los-primeros-50-cafes-contados/

Crédito: Aquimequedo.com.br

Fruet não consegue certidão negativa no Tribunal de Contas

Uma proeza, diriam alguns. O prefeito Gustavo Fruet (PDT) não consegue mais certidão negativa de débitos no Tribunal de Contas do Estado (TCE) e desta forma não pode receber recursos e repasses dos governos federal e estadual. É por isso, aponta fonte no governo federal, que a União não repassa o dinheiro para a conclusão das cinco unidades de saúde em Curitiba. As empreiteiras alegam falta de pagamento e a prefeitura diz que não recebe os repasses do governo federal. Em suma, as obras estão paradas, na sua fase final, há mais de seis meses.

A certidão negativa do TCE, que comprava que a prefeitura está com suas contas em dia, é condição sine qua non para Curitiba receber os recursos de convênios assinados com os governos estadual e federal. Fruet corre atrás de uma certidão negativa provisória, por tempo determinado, mas o TCE já avisou que não concede mais esse tipo de certidão. No Palácio 29 de Março, novos relatórios fiscais estão sendo gerados. A dificuldade é comprovar gastos mínimos nas áreas de educação e saúde e também com obras que têm dinheiro carimbado da União.2605-fruet

ZÉ DOMINGOS – A busca do Sucesso

SUCESSO UMA BUSCA DIFÍCIL

CHEIA DE DESAFIOS, DE ALTOS

E BAIXOS. PARA ALCANÇA-LO

PERSEVERANÇA E TRABALHO

Zé Domingos

Resolvemos escrever algo sobre sucesso depois pesquisarmos detalhes sobre a vida atriz Maria Fernanda Candido aniversariante deste dia 21 de maio e verificarmos que se ela é famosa é porque definiu objetivos e os perseguiu com determinação, perseverança e trabalho, muito trabalho. Ninguém alcança destaque nesta ou naquela atividade se não dedicar-se com entusiasmo e principalmente amor.

Muitas vezes ficamos a imaginar que este ou aquele, esta ou aquela estão bem em suas vidas porque tudo lhes caiu do céu e estamos enganados. Os que nascem em berço esplendido como diziam os antigos que não souberem conduzir o que lhes foi legado em curto espaço de tempo perdem tudo e passam até mesmo por privações. Há milhares de exemplos por este mundo em diferentes profissões.

Ninguém ganha nada sem se esforçar e trabalhar. Para nós cristãos a crença no “SENHOR” e na sua obra. Ele nos encaminhou para este mundo com missões delineadas e temos que exercê-las com dignidade, respeito e trabalho caso contrário não chegaremos a lugar nenhum.

O “SENHOR” nos oferece os instrumentos e nós temos que aprender a tocá-los para executarmos os “concertos” de nossas vidas com sucesso. Ele só quer o nosso bem, mas nos cobra e nos castiga para mostrar-nos os erros e buscarmos o reparo. Nós movidos por ambições de querermos mais e mais muitas vezes extrapolamos e criamos problemas para nós mesmos. Sejamos pacientes, calmos, prudentes e perseverantes que conseguiremos o que queremos porque o “SENHOR” quer que isto aconteça.

Maria Fernanda Candido uma das mais belas e perfeitas atrizes brasileiras com destaque internacional não chegou onde está apenas por ser uma mulher fascinante, ela trabalhou muito, ela “ralou” como seu diz no dito popular. Para comprovarmos isto vamos mostrar um pouco do que levantamos sobre ela.

Ela nasceu em Londrina – Paraná em 21 de maio de 1.974 e com quatro anos em companhia dos pais comerciantes veio para Curitiba onde ficou até os 12 anos. Em busca de novos horizontes os pais Agda e José Reginaldo se mudaram para São Paulo e levaram a bela menina. Na capital paulista seguiu nos estudos já traçando planos para o futuro.

Notada por sua beleza e desenvoltura com 14 anos foi convidada a trabalhar como modelo. Posou para editoriais de moda, capas de revistas, campanhas de grifes famosas. Aos 15 anos quando em férias ganhou uma viagem para Paris e se encantou com a capital francesa.

De volta seguiu a rotina de estudar, realizar testes, desfiles e fotos. Sempre atenta e aplicada aos estudos era uma boa aluna e completou o ginásio. Após a conclusão desta fase de estudos foi para Nova York e voltou para Paris onde participou de inúmeros desfiles. Depois de seis meses onde mesmo adolescente mostrou um senso profissional marcante com cumprimento sagrado de horários e disciplina ganhou notoriedade, mas preferiu voltar.

No retorno reinicio de estudos e realização de exame vestibular para o curso de Terapia Ocupacional pela Universidade de São Paulo e aprovada frequentou o curso durante três anos e neste período mostrou dedicação total ao mesmo. Eis que surgiu um convite para participar do programa “ILHA DO BIQUINI” na MTV. Gravou o programa piloto e não gostou. Entendeu que precisava estudar e se preparar para poder desenvolver o trabalho com qualidade.

Foi em busca de aprendizado e preparo num estúdio e para melhor se entregar ao novo objetivo trancou a inscrição na faculdade. Foi estudar técnica vocal e interpretação com formação voltada para o cinema. Estudou por três anos com Fátima Toledo.

Em 1.997 foi convidada para gravar a abertura da novela “A INDOMADA” e estreou no teatro com o espetáculo “ANCHIETA NOSSA HISTÓRIA”. No ano seguinte aparecia na novela “PEROLA NEGRA” do SBT e em outra novela “SERRAS AZUIS” pela Bandeirantes. O ano de 1.999 lhe foi muito importante quando contratada pela Rede Globo de Televisão representou a bela italiana Paola na novela “TERRA NOSTRA”. Ela não chegou de graça a Rede Globo, ela buscando seus objetivos encaminhou um vídeo para o diretor Jaime Monjardim mostrando suas qualidades como atriz e numa relação de pretendentes foi a escolhida.

Apresentou um desempenho exuberante o que lhe o prêmio “TROFEU IMPRENSA” como atriz revelação do ano. Em 2.000 foi eleita a mais bela mulher do século numa votação do programa “FANTÁSTICO” e foi comprada a Sophia Loren a grande atriz italiana pela beleza e pelo talento. De lá para cá não parou de trabalhar fazendo inúmeras telenovelas, filmes, minisséries e peças de teatro. É uma das mais requisitadas atrizes do Brasil.

Perseverante, obstinada voltou ao curso de Terapia Ocupacional e o concluiu em 2.003 na Universidade de São Paulo. Mesmo com inúmeras atividades desenvolve trabalhos de integração social para deficientes físicos e mentais. É casada desde 2.005 com Petrit Spahira. É mesmo um exemplo de superação e trabalho dai o sucesso. Este só é alcançado porque quem o busca com resignação, obstinação, determinação, garra e amor.

José Domingos Borges Teixeira

(Zé Domingos)

Rádio Barigui – AM – 1560 – Internet – www.radiobarigui.com – centraldetv.com.br – www.josedomingos.com.br – Rádio Barigui – de sete as nove horas de segunda a sexta feira Comando da Manhã – No Mundo da Bola, telefones (41) 3352-8686 – (41) 9972-0129 – e-mail – contato.josedomingos@hotmail.com

Fornecedores da Petrobras sob suspeita doaram R$ 856 milhões a campanhas de 2006 a 2012

Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras
Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras

Ao mapear o caminho percorrido pelos mais de 10 bilhões de reais lavados pelo grupo comandado pelo doleiro Alberto Youssef, a operação Lava-Jato, da Polícia Federal, encontrou um duto que abastecia diretamente políticos, partidos e campanhas eleitorais. Policiais e procuradores de Justiça já sabem que, para manter a influência e garantir contratos para “amigos”, o doleiro e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, destinavam grandes somas de dinheiro a autoridades. Um levantamento feito pelo site de VEJA, a partir dos registros oficiais de doações de campanha, revela que, de 2006 a 2012, as empresas e seus diretores agora investigados por participação no esquema destinaram pelo menos 856 milhões de reais para financiar candidaturas.

O PT lidera com ampla vantagem o ranking de doações do grupo, com 266,4 milhões de reais recebidos. Em seguida, estão PSDB (158,1 milhões), PMDB (149,8 milhões), PSB (70,7 milhões), DEM (43,9 milhões) e PP (34,2 milhões).

A investigação começou a cruzar empresas, siglas, candidatos beneficiados e contratos com a estatal. Um dos negócios esmiuçados pela investigação é a construção da refinaria Abreu e Lima, em Ipojuca, Pernambuco. Costa e Youssef já viraram réus em processo por desvio de verbas da refinaria. Dados bancários e fiscais obtidos pela polícia revelaram que o Consórcio Nacional Camargo Corrêa (CNCC), responsável pela construção do empreendimento, pagou comissões para a subcontratada Sanko Sider. Parte do dinheiro, no entanto, foi parar na MO Consultoria – uma das empresas de fachada do doleiro. Pelo menos 26 milhões de reais foram desviados entre 2009 e 2013 para a firma de Youssef. A Sanko Sider, que forneceria tubos para a obra, fez doações para o PT pelo menos em 2006 – ano em que doou 6.000 reais para a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. Esta foi a única doação oficial registrada pela empresa desde então.

Já se sabe também que outros doadores de campanhas, como OAS, Galvão Engenharia, Jaraguá Equipamentos e Arcoenge depositaram recursos diretamente em contas da MO Consultoria. Só a OAS repassou 1,6 milhão de reais para a empresa de fachada, bem menos, no entanto, do que efetivamente registrou em doações legais a campanhas políticas desde 2006 (131,3 milhão de reais).

Entre as empresas que Costa anotou como alvo de cobranças de doações, a Andrade Gutierrez foi a que mais fez contribuições oficiais. De 2006 a 2012, o conglomerado distribuiu 189,5 milhões de reais a políticos e partidos. Nesse período, PT, PMDB e PP ficaram com 53% do total doado. Na gestão dele, um único contrato rendeu 958 milhões de reais para a construtora Andrade Gutierrez, depois de prorrogações e aumentos de gastos com 45 aditivos.

O segundo maior doador oficial foi a Camargo Corrêa, que já tem conexão identificada com o esquema de Youssef. O conglomerado doou 176,9 milhões de reais para campanhas desde 2006. Só em 2010 foram distribuídos 56 milhões de reais – dos quais metade ficou com PT, PMDB e PP. No total, em 2010, o grupo financiou oficialmente 83 candidatos a deputado estadual, 70 candidaturas a deputado federal, 16 campanhas a governador e 25 candidatos a senador. O deputado federal Eduardo Cunha, líder do PMDB e comandante dos rebeldes na base do governo, levou sozinho 500.000 reais para sua candidatura naquele ano.

A Polícia Federal suspeita que o ex-diretor da Petrobras agia para abastecer o caixa de políticos mesmo após deixar o cargo na estatal, que ocupou de 2004 a 2012. Em um caderno, ele tinha anotado nomes de sócios e executivos de fornecedores da estatal e a situação de cada cobrança. Aparecem nessa lista empresas como a Andrade Gutierrez, Mendes Júnior, UTC Engenharia, Engevix, Iesa, Hope e Toyo Setal. Em 2010, Paulo Roberto Costa fez, como pessoa física, uma doação de 10.000 reais ao Comitê Financeiro Único do PT no Rio de Janeiro.

Caixa dois – Investigadores desconfiam que os recursos angariados pelo doleiro e pelo ex-diretor da Petrobras tenham sido destinados ao caixa dois de partidos. Pelo endereço de email paulogoia@hotmail.com, Youssef indicou em 17 de agosto de 2010 uma conta bancária para que Othon Zanoide de Moraes Filho, diretor da construtora Queiroz Galvão, depositasse uma série de valores para políticos e diretórios. Uma parte da lista bate com os registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Youssef cobrou 500.000 reais para o PP da Bahia; 250.000 reais para o deputado federal Roberto Teixeira (PP); 500.000 reais para o deputado federal Nelson Meurer (PP); 100.000 reais para o deputado federal Roberto Britto (PP); e 100.000 para o ex-deputado federal Pedro Henry (PP), um dos condenados no escândalo do mensalão. Na Justiça Eleitoral, estes são exatamente os valores doados pelo grupo Queiroz Galvão.

Há outras cobranças, no entanto, com valores divergentes entre o que foi proposto pelo doleiro e efetivamente registrado – o que reforça a tese de que havia também um esquema de caixa dois operado por Youssef. No caso do diretório Nacional do PP, a cobrança era de 2.540.000 reais, mas foram registrados 2.740.000. Há outros valores que, nos registros do TSE, são superiores aos do email enviado pelo doleiro, como o pedido de 250.000 reais para a deputada federal Aline Corrêa (PP), que recebeu oficialmente da empresa 350.000. Já para o PP de Pernambuco, a cobrança era de 100.000, mas foram doados formalmente 1.640.000.

Youssef também fez contato com Cristian Silva da Jaraguá Equipamentos para cobrar dados e emitir recibos de doações. De acordo com os registros do TSE, a Jaraguá doou 250.000 reais para o deputado federal Roberto Teixeira (PP), 250.000 reais para a deputada federal Aline Corrêa (PP), 100.000 reais para o deputado federal Pedro Henry (PP) e 50.000 reais para o deputado federal Roberto Britto (PP). Mas a operação Lava-Jato constatou, com base em dados bancários e fiscais oficiais, que a Jaraguá fez depósitos em contas da MO Consultoria, de Youssef. A empresa pagou 1,94 milhão de reais. A polícia desconfia que esse valor foi distribuído como propina para o esquema de Youssef e Costa.

Até o momento, apenas o deputado federal André Vargas (ex-PT), amigo de Youssef, foi diretamente atingido pelas revelações da operação Lava-Jato. A Polícia Federal suspeita que o doleiro e o deputado eram sócios em operações, mas o retorno financeiro auferido pelo parlamentar ainda é desconhecido. O Comitê Financeiro Único do PT no Paraná recebeu, na campanha de 2010, pelo menos 1,6 milhão de reais de fornecedores da estatal que aparecem entre os contatos do esquema. Essas empresas garantiram mais da metade da arrecadação do comitê paranaense petista e esse órgão partidário injetou cerca de 20 mil reais na campanha de Vargas. O deputado teve de renunciar à vice-presidência da Câmara e se desfiliar ao PT para minimizar os danos ao partido. Pode também ter o mandato cassado pelo Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, porque há indícios de que ele ajudou a Labogen, um laboratório de fachada de Youssef, na assinatura de um contrato milionário com o governo federal. O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se o envolvimento de Vargas com o doleiro deve ser investigado no âmbito criminal.

A atuação de Vargas para favorecer o doleiro no Ministério da Saúde respingou no ex-ministro Alexandre Padilha, pré-candidato petista ao governo de São Paulo. Subordinados de Padilha assinaram o convênio que permitiria ao laboratório de Youssef faturar até 31 milhões de reais. A operação Lava-Jato revelou também que Vargas recebeu a indicação de um ex-assessor de Padilha para ser contratado como lobista da Labogen em Brasília. Em conversa com o doleiro, o deputado federal diz que a indicação para o posto partiu do ex-ministro da Saúde. E Youssef falava a interlocutores como se tivesse capacidade de influenciar a nomeação de cargos em eventual governo de Padilha, como revelou o site de VEJA.

Nos palanques de candidaturas a governos estaduais, os estragos da Lava-Jato trazem mais riscos ao PT. Também no Paraná os nervos dos petistas estão à flor da pele. Vargas era cotado para chefiar a campanha da senadora Gleisi Hoffman ao governo paranaense. Ela também faz parte da bancada que recebeu recursos de fornecedores suspeitos de contribuir em doações intermediadas por Costa e Youssef. Oficialmente, Gleisi foi a candidata ao Senado que mais recebeu recursos da Camargo Corrêa, com 1 milhão de reais embolsados na última eleição. Conseguiu ainda doações de outras empreiteiras na lista de Costa. A UTC Engenharia deu 250.000 reais para a campanha da senadora e a OAS repassou 780.000 reais. Angariou ainda 100.000 reais da Contax, uma coligada da Andrade Gutierrez, para sua candidatura.

Crédito: Veja

Coluna do Rafael

Aos Associados

Sob coordenação da Diretoria de Assuntos Culturais, reunimos informações de interesse geral sobre a imprensa, que passaremos a remeter semanalmente aos membros da API. Aceitaremos sugestões e contribuições.

1. Campanha por jornais
Campanha global em favor da mídia impressa foi lançada no Brasil pela Abigraf, com apoio de 42 entidades, empenhadas em promover a convivência das plataformas digital e impressa. Segundo as Associações, Nacional de Jornais e de Editores de Revistas, há uma forte sinergia entre os dois meios: um reforça a compreensão dos fatos noticiados em outro. No mundo os operadores de comunicação impressa – jornais e revistas – reúnem 80 mil empresas, com 615 mil colaboradores.

2. Comandulli homenageado
O transcurso de uma comemoração do Dia do Jornalista, ontem, assinalou homenagem ao jornalista Clemente Comandulli, numa casa de eventos do bairro Ecoville em Curitiba. Comandulli, especializado em jornalismo esportivo, foi repórter e comentarista em várias rádios, jornais e participou de entidades da área – após ter sido um atleta campeão na década de 1950, vindo a falecer em 1975.

3. Atraso preocupa
Ainda na área de esportes: O atraso em obras da Copa de 2014 está preocupando as redes de televisão que se preparam para transmitir os eventos. A infra-estrutura dos estádios para a instalação de sistemas de telecomunicações – uma das últimas obras a serem concluídas – está deixando tensos os órgãos que já contrataram patrocínio para a cobertura dos jogos. Ao lado das Olimpíadas, a Copa Mundial de Futebol é um dos espetáculos mais assistidos por telespectadores de todos os países.

Rafael de Lala, jornalista.

Contato: (41) 3026 – 0660 / 9167 – 9233 / 9993 – 9268 (Magda) – api1934@gmail.com

Site: http://www.associacaoparanaensedeimprensa.org

Rua Nicarágua, 1097 – Bacacheri – Curitiba/PR

Carioca: Vasco elimina Fluminense e faz final com Flamengo

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O Vasco encerrou um jejum de dez anos e disputará pela primeira vez o título Estadial desde a final de 2004. Na tarde deste domingo, o time de São Januário superou a vantagem de dois empates do Fluminense nas semifinais e, com uma vitória por 1 a 0, avançou à final. Edmilson, no final do primeiro tempo, marcou o único gol da partida. O último título carioca do Vasco foi em 2003, numa final contra o mesmo Fluminense. Em 2004, o Vasco foi vice ao perder nos dois jogos finais contra o Flamengo.

Leia também: Flamengo derrota Cabofriense e chega à final do Carioca

A decisão do Carioca 2014 será disputada em duas partidas, nos dias 6 e 13 de abril, às 16 horas, no Maracanã. Por ter realizado a melhor campanha da primeira fase, o Flamengo tem a vantagem de dois empates.

Antes de se enfrentarem, Vasco e Flamengo têm compromissos no meio de semana, pela Copa do Brasil e Libertadores, respectivamente.

(Com agência Gazeta Press)

O novo amor do Imperador

Em Curitiba, não se fala em outra coisa: a paixão de Adriano Imperador pela atleta Letícia Caron. Dizem até que a moça terminou um namoro de quatro anos e, em menos de um mês, postou fotos com o Imperador no Instagram dela. Na última quarta-feira, a foto vazou nas redes sociais. A imagem revoltou o ex de Letícia, o lutador André Cunha, que usou palavras de baixo calão para ofender Letícia. Confusão formada, a moça decidiu apagar todas as fotos com o Imperador. Mas um amigo da coluna tinha salvado essa imagem ao lado. É babado, gritaria e confusão!

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Ligação de telefone fixo para celular ficará mais barata em março

As ligações locais e interurbanas feitas de telefone fixo para celular ficarão, em média, 13% mais baratas para o usuário a partir de março, conforme informou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em nota divulgada nesta segunda-feira.

16045261A queda será consequência da redução dos valores de referência para tarifas de remuneração de redes móveis (taxa de interconexão, ou VU-M) pela agência. A taxa é cobrada nos casos de ligação de um telefone fixo para celulares.

A expectativa da Anatel é que os novos valores nas chamadas de fixo para móvel gerem uma economia anual para os consumidores da ordem de R$ 2,1 bilhões. Além disso, novas quedas de valores estão previstas para 2015, quando novas reduções na tarifa já estão previstas.

Com as mudanças, o preço médio das ligações locais de fixo para celular passará de R$ 0,45 para R$ 0,39. Já o preço médio das ligações interurbanas feitas de fixo para móvel com DDD iniciando com o mesmo dígito (exemplo: DDDs 61 e 62) passará de R$ 0,93 para R$ 0,80, enquanto o preço médio das demais ligações interurbanas de fixo para celular passará de R$ 1,05 para R$ 0,92.

Desta forma, o consumidor da telefonia fixa, que hoje paga uma conta média mensal de R$ 55 passará a pagar a partir de março uma conta média de aproximadamente R$ 49.

Essa redução é decorrente do Plano Geral de Metas de Competição da Anatel, aprovado pela Resolução número 600, de 8 de novembro de 2012, e abrange chamadas da telefonia fixa para celular, sejam ligações locais ou de longa distância, originadas nas redes das concessionárias da telefonia fixa (Oi, Telefônica, CTBC, Embratel e Sercomtel) destinadas às operadoras móveis.

AGÊNCIA ESTADO

SAIBA O QUE É QUE A BANANA TEM

Crua, empanada e frita, como purê ou tartar – são inúmeras as receitas que levam banana como ingrediente e mais um tanto de pratos guarnecidos com ela. Cada variedade se presta melhor a determinados preparos. E o ponto de maturação também conta. Banana verde vira chips, farinha ou biomassa, espessante de sabor neutro. Bem madura vai parar em recheios e amolece fácil com um tantinho de água e açúcar na panela.

A banana-da-terra tem de ser cozida, pois sua maturação não é suficiente para transformar o amido em açúcar. Grande e firme, aguenta longas cocções e faz par perfeito com peixes. Já a nanica – que ganhou o nome pelo tamanho da bananeira e não da fruta – tem a baga mais molenga e doce.

Em sua cozinha, em Tiradentes (MG), a chef Tanea Romão aproveita da casca ao coração da fruta, que é a inflorescência masculina da bananeira, uma bráctea em forma de cone arroxeado quando jovem. “As folhas da bananeira são ótimas para embrulhar os alimentos, como peixes, legumes e carnes”, diz a chef do Kitanda Brasil. “Quando está verde, corto em fatias muito finas, salpico sal e pimenta calabresa e frito em óleo quente com um galho de alecrim. Se amadurece muito, vira geleia.”

Já a casca, empanada em ovo e fubá e depois frita, é a base para o parmegiana da chef, com molho de tomates frescos e queijo meia cura. “O coração (ou umbigo) da bananeira é delicado e, quando bem tratado, tem sabor suave e textura de palmito, dá um bom recheio de pastel de angu”, diz.

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Coração da banana. FOTO: Tanea Romão/ Divulgação

Musa. Banana-são-tomé, pacovan, caru roxa e figo são outros cultivares espalhados por pomares brasileiros. E há até banana com semente, rara e (quase) sempre desprezada. Exceto pela ousadia e paciência de alguns cozinheiros, como a chef Manu Buffara, de Curitiba, que tem pesquisado uma bananinha do litoral paranaense, ácida, amarga e cheia de sementes. Provavelmente, uma das espécie selvagens que deram origem às bananas comestíveis. “Ela praticamente não tem polpa e o que sobra é extremamente amargo”, diz o pesquisador da Embrapa Edson Perito Amorim, líder do Programa de Melhoramento Genético da Bananeira. “Durante o processo de evolução, os agricultores foram selecionando mutações que não apresentavam sementes nos frutos.”

Veja para que se prestam as variedades mais populares da fruta e como usá-las.

FOTOS: Daniel Teixeira/Estadão

Maça | De casca fina e polpa esbranquiçada, é melhor crua. É a indicada para acompanhar granolas, iogurte e vai bem cortada em rodelas sobre o sorvete ou o açaí. E também amassada com mel e aveia…

Prata | Por ser firme e mais sequinha, é ótima para grelhar, fritar e fazer chip. Boa para ser caramelizada, fazer compota, geleia, banana-passa e bananada de corte. Crua, tem acidez na medida para fazer tartar. Ou servir picadinha, sem tempero, com carnes ou com arroz e feijão. É usada para fazer aguardente e licor. A pacovan ou pacová é uma mutação da prata com sabor mais suave. Cultivada principalmente nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, pode ser usada como a prata.

Banana-da-terra | De polpa densa e mais alaranjada, não deve ser consumida crua, pois o excesso de tanino e amido deixa seu sabor adstringente e travoso. Tem de ser cozida de alguma forma, assada, em caldo ou frita, para que o amido vire açúcar e o sabor seja suavizado. Funciona como um legume. Fica ótima com peixes, em ensopados ou como purê. Em rodelas ou pedaços, pode ser salteada no azeite ou manteiga e entrar na farofa. Quando está verde é difícil de descascar. A banana-são-tomé pode ser usada da mesma forma.

Ouro | Pequena, de polpa bem doce e aromática, é indicada para doces e sorvetes, quase sem adição de açúcar. Também dá um bom purê para acompanhar carnes e peixes. Mais resistente e firme do que a nanica, se presta a todas as cocções. Cultivada em boa parte da costa brasileira, é geralmente vendida ‘a preço de banana’.

Nanica ou d’água | Também chamada cavendish, é macia e adocicada, ideal para tortas, bolos, doces e sorvetes. Nesse caso, basta descascar, cortar, congelar e depois processar a fruta para fazer um sorbet 100% natural. Outra dica é cozinhá-la até a casca ficar escura, abrir e salpicar com açúcar e canela. Também pode ser assada. Se a intenção for fritar, é melhor empaná-la, como milanesa, para que não desmanche na panela.

DICAS

1. O ponto de maturação é muito importante – em geral as receitas pedem banana madura e, se não estiver no ponto, compromete a receita. A banana-da-terra, por exemplo, deve estar com a casca pintadinha de preto. Já a nanica tem de estar toda amarela.

2. Para conservar as bananas por mais tempo, separe-as da penca com uma tesoura, mantendo o cabinho. Não compromete o amadurecimento e evita que soltem do cacho quando madura, atraindo mosquinhas.

3. Para evitar que a banana descascada escureça até ser usada, pingue algumas gotas de limão e guarde-a na geladeira.

4. Para amadurecer rápido, embrulhe com jornal. A concentração de etileno aumenta e acelera o processo.

Fontes: Maurício Lopes, professor de gastronomia da Universidade Anhembi Morumbi; Edson Perito Amorim, pesquisador da Embrapa; IBGE; Sebrae; Frutas – Sabor à Primeira Dentada, de Gil Felippe (Ed. Senac SP); Frutas Brasil Frutas, de Silvestre Silva e Helena Tassara (Ed. Empresa das Artes).

Ruim para um e bom para outro, Chapecoense e Figueirense ficam no 0 a 0

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O empate sem gols na Arena Condá, na noite de ontem, mantém o Figueirense na briga pelo título, com sete pontos, e deixa a Chapecoense, com três pontos, na lanterna do Estadual.

Ainda sem vencer, a Chapecoense jogava pressionada. Para o Figueirense, o empate não era mau resultado. Por isso, os visitantes até demoravam nas reposições e tentavam cavar uma falta para Marcos Assunção bater.

Quando o árbitro Célio Amorim marcou uma falta perto da área, aos 21 minutos, os torcedores da Chape sentiram um frio na barriga. Alguns passaram a mão no rosto, outros rezaram, outros vaiaram. Marcos Assunção realizou a cobrança, a bola passou raspando a trave de Nivaldo e foi para fora.

A partir dos 30 minutos, só deu Verdão. Bergson chutou para fora, trombou com a zaga e pediu pênalti. Tiago Volpi pegou um chute de Rodrigo Gral e evitou o gol de Wanderson.

No segundo tempo o Figueirense quase não atacou, mas defendeu bem. A Chapecoense atacou, atacou, mas não conseguiu romper a zaga alvinegra. O time do Oeste não perde em casa desde 2008. Mas o empate de ontem foi com sabor de derrota.

FICHA TÉCNICA

CHAPECOENSE (0)

Nivaldo, Fabiano, André Paulino, Rafael Lima e Fabinho Gaúcho (Dieguinho); Wanderson, Willian Arão, Wescley e Nenén (Tiago Luís); Rodrigo Gral e Bergson.

Técnico: Gilmar Dal Pozzo.

FIGUEIRENSE (0)

Tiago Volpi, Leandro Silva, Nirley, Thiago Heleno e Marquinhos Pedroso; Rivaldo, Marcos Assunção e Vitor Júnior (Luan); Wesley (Dudu), Lúcio Maranhão (Ciro) e Éverton Santos.

Técnico: Vinícius Eutrópio.

Arbitragem: Célio Amorim, auxiliado por Josué Lamim e Helton Nunes.
Cartões amarelos: Rafael Lima (C); Nirley e Leandro Silva
Local: Arena Condá
Público: 5.791
Renda: R$ 56.085

DIÁRIO CATARINENSE

Susana Vieira, aos 71 anos, aparece só de maiô em capa de revista

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Susana Vieira sempre surpreende. Desta vez, a atriz, que tem 71 anos, aparece numa capa de revista vestindo um maiô preto e com transparências. “Na idade que tenho hoje, não posso mais me censurar”, disse Susana à publicação.

Recentemente, Susana declarou em entrevistas que decidiu não mais se casar com o namorado Sandro Pedroso. Apesar de viverem juntos, ela não pretende mais oficializar a união com o ator. Na televisão, a atriz também vive um romance com um homem mais jovem. Na novela “Amor à vida”, ela namoro o motorista Maciel, interpretado pelo ator Kiko Pissolato.

Crédito: Extra

A Família do Querido Pipa agradece

Prezado presidente dos Boinas Azuis (PR), Jauri Conrado Rodrigues:

Sensibilizou a todos a  bela homenagem prestada pelos companheiros do Batalhão Suez  a  meu irmão Henrique (Pipa), por ocasião de seu velório e sepultamento no dia 20/12/2013,  depois repercutidas com belíssimas palavras em post do Dompizablog.

Agradecemos-lhe por tudo e pedimos que, como líder dos Boinas Azuis faça chegar o agradecimento dos familiares do Henrique a todos os amigos do Batalhão Suez e das reuniões na “boca”. A amizade (e também o companheirismo sempre demonstrado por vocês) certamente fez boa parte dos momentos  felizes vividos por meu querido irmão.

Obrigado.

Paulo Roberto Trompczynski

Advogado entra na Justiça comum em favor da Portuguesa

SÃO PAULO – Como já era esperado, o polêmico caso de rebaixamento da Portuguesa vai ganhar um novo capítulo e acabar na Justiça comum. O advogado Delmiro Aparecido Goveia entrou nesta quinta-feira com uma ação no Juizado Especial Cível de Mogi das Cruzes, pedindo a devolução dos quatro pontos para a Portuguesa e o cancelamento da multa de R$ 1 mil que o clube deveria pagar pela escalação irregular do meia Héverton.

Daniel Batista – O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO – Como já era esperado, o polêmico caso de rebaixamento da Portuguesa vai ganhar um novo capítulo e acabar na Justiça comum. O advogado Delmiro Aparecido Goveia entrou nesta quinta-feira com uma ação no Juizado Especial Cível de Mogi das Cruzes, pedindo a devolução dos quatro pontos para a Portuguesa e o cancelamento da multa de R$ 1 mil que o clube deveria pagar pela escalação irregular do meia Héverton.

Divulgação
Héverton não fica na Portuguesa em 2014
“Foi uma palhaçada o que a CBF, através do STJD, fez. Foi um resultado político para favorecer os times cariocas. Os auditores do STJD não foram legalistas. Eles aplicaram o Código Brasileiro de Justiça Desportiva, mas deveriam aplicar o Estatuto do Torcedor, que está acima da lei esportista”, disse Goveia, em entrevista ao Estado.

O judiciário está em recesso e só retorna aos trabalhos no dia 6 de janeiro, entretanto, como Goveia pediu uma liminar, é possível que a suspensão da pena seja conquistada nas próximas horas. O advogado registrou no Juizado Especial, porque geralmente ele é mais ágil na execução das ações.

“Eu recebi muito apoio de torcedores e não tenho medo de fazer isso. Se tivesse medo, não seria advogado. Fiz por entender que a lei não foi respeitada. E o justo é que a Portuguesa recupere os pontos. Brasileiro com 24 clubes é outra forma de não respeitarem o Estatuto do Torcedor”, explicou o advogado, que já foi presidente do União Mogi, clube de Mogi das Cruzes.

A Portuguesa foi punida por escalar irregularmente o meia Héverton. O jogador foi julgado por uma expulsão na sexta-feira, foi condenado a mais um jogo de suspensão, mas entrou em campo no domingo. A Lusa alegou que só foi notificada da pena na segunda-feira, assim, a punição só caberia neste ano, mas o tribunal não aceitou a justificativa e tirou quatro pontos, sendo três pela escalação irregular e mais um pelo resultado do jogo.

A reportagem tentou contato com representantes da Portuguesa e da CBF, mas eles não foram encontrados. Já o Fluminense e o STJD não quiseram comentar o assunto.

Crédito: Estadão

Prêmio da Mega é retirado em Curitiba, mas apostador alega ter bilhete furtado

Em Boletim de Ocorrência registrado no dia 1º de janeiro, Aníbal Fayez Marraui afirma que aposta premiada sumiu durante a limpeza do carro em um “lava-car” da capital

O prêmio de R$ 56.169.465,02 do bilhete da Mega-Sena da Virada sorteado em Curitiba foi retirado nesta quinta-feira (2), mas outro apostador contesta a entrega e afirma que o bilhete foi furtado. No dia 1º de janeiro, Aníbal Fayez Marraui registrou um Boletim de Ocorrência (BO) na delegacia do Centro Integrado de Atendimento ao Cidadão no bairro Portão (Ciac Sul), em Curitiba, pelo sumiço do bilhete com os seis números do concurso. De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil, um inquérito será instaurado até esta sexta-feira (3) para investigar o caso.

O delegado do 8º Distrito Policial, Geraldo Celezinski, que atendeu a suposta vítima, afirma que no boletim Marraui alegou que o furto ocorreu no dia 26 de dezembro, quando a irmã dele levou o veículo com o bilhete premiado a um “lava-car”. Nesse local, a aposta premiada teria desaparecido com outros dez bilhetes. Marraui disse ainda que teria acertado a Quina com um deles. Celezinski declarou que o caso foi encaminhado para a Delegacia de Furtos e Roubos, que ficará a cargo da investigação.

A assessoria de imprensa da Caixa Econômica Federal declarou que o único documento que habilita o recebimento do prêmio é o recibo original da aposta, emitido pelas casas lotéricas. Entretanto, em casos de roubos ou furtos, a recomendação é de que o apostador procure uma delegacia de polícia e registre um BO. Segundo Celezinski, os próximos passos da polícia serão ouvir a vítima e obter uma declaração detalhada sobre o que aconteceu.

No Paraná

Onze pessoas no Paraná acertaram os seis números da Mega da Virada. Uma em Curitiba e dez em Palotina (em um bolão). Os valores relativos ao prêmio dos paranaenses foram retirados nesta quinta-feira (2).

Segundo Severo Marques, dono da lotérica Cabral Lotérico, na capital paranaense, onde foi feita a aposta, uma das quatro premiadas, Marraui entrou na loja na manhã desta quinta-feira, antes mesmo que as portas fossem levantadas. “Ele dizia coisas que me pareciam desconexas, pois eu ainda não sabia que a aposta vencedora tinha sido feita aqui. Só depois juntei as coisas”, conta.

Segundo o dono da lotérica, o apostador premiado fez um único jogo pelo preço de R$ 2. O dono da Cabral Lotérica teve um dia atípico na volta ao trabalho em 2014. “Muita gente passa por aqui e sempre tem uma brincadeira com o prêmio. É gratificante saber que intermediamos essa alegria para um cliente, registrando esses números fantásticos”, afirma.

Na Bahia, homem não paga bolão e fica sem o prêmio

Na Bahia, o funcionário de um hospital onde foi realizado o bolão que resultou numa das apostas vencedoras viajou e deixou de participar do rateio com os colegas. Ele relatou que seu nome foi excluído da lista por ele não ter feito o pagamento.

Indústria fecha 2013 com avanço apesar dos solavancos

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Por Redação, com Reuters

O total de pessoas ocupadas na indústria brasileira voltou a crescer em 2013
A atividade industrial brasileira se expandiu em dezembro e atingiu o nível mais alto desde abril, em meio ao crescimento da produção e de novos negócios, de acordo com o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgado nesta quinta-feira. O PMI do instituto Markit voltou a ficar acima da marca de 50 que separa crescimento de contração ao atingir 50,5 em dezembro, ante 49,7 em novembro, no melhor resultado desde a marca de 50,8 atingida em abril.
– A atividade econômica no setor industrial expandiu por conta de um crescimento mais forte da produção, com as empresas sinalizando o primeiro aumento mensal nas novas encomendas em seis meses – destacou o economista-chefe do HSBC, André Lóes.
De acordo com o Markit, houve crescimento da produção pelo quarto mês seguido, com os entrevistados citando como razão a entrada de novos contratos. Os novos pedidos cresceram pela primeira vez desde junho com as empresas relatando fortalecimento na demanda, ainda que tenham destacado a incerteza econômica como um peso sobre o otimismo dos clientes. Na outra ponta, o volume de novos pedidos do exterior ficou estagnado, em meio a uma demanda contida e aumento da concorrência externa.
O subsetor de bens de consumo foi o que apresentou melhor desempenho em dezembro, com taxas de crescimento de produção e volume de novos pedidos superando as das empresas produtoras de bens intermediários. Em contraste, a produção de bens de capital recuou. Apesar do cenário favorável, os fabricantes brasileiros continuaram a reduzir suas forças de trabalho em dezembro, com o nível de emprego caindo pelo nono mês seguido, embora no ritmo mais fraco desde abril.
O Markit destacou ainda que tanto os preços de insumo quanto os de produção aumentaram em dezembro, embora a taxa de inflação de preços cobrados tenha atingido recorde de baixa de 17 meses.
“Os fabricantes continuaram a indicar que a moeda fraca resultou em preços mais elevados pagos por matérias-primas importadas, e que as cargas adicionais de custo foram parcialmente repassadas aos clientes”, disse em nota.
No balanço geral, a indústria brasileira viveu um ano de altos e baixos em 2013. De acordo com o dado mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção do setor surpreendeu em outubro ao crescer 0,6% sobre o mês anterior, mantendo-se pelo terceiro mês seguido em território positivo, porém ainda mostrou uma recuperação moderada do setor.

GISELE TEIXEIRA – Buenos Aires: fuja do calor e curta as exposições de fotografia.

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O melhor antidoto para o calor portenho são as exposições de arte espalhadas pela cidade, em especial as de fotografia. Abaixo, a seleção do Aquí me Quedo.

Dios
1. ROLLING STONES – Imperdível a seleção de 100 fotos dos Rolling Stones em sua primeira fase, pelas lentes do fotógrafo Michael Cooper (1941-1973).

Imagens de quando eles viajaram ao Tânger, de quando tocaram pela primeira vez no Hyde Park, de quando morreu Brian Jones, de quando se mudaram para o sul da França…

Além de fotografar os Stones, Cooper realizou a capa do “Sargent Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles, e retratou Andy Warhol e René Magritte, entre outros.

O fotógrafo morreu de overdose de heroína quando tinha 32 anos. A mostra foi organizada pelo filho dele, Adam, que mora em Buenos Aires há muitos anos. “Stones 50. The Michael Cooper Collection”, que é acompanhada de um documentário sobre o grupo, pode ser vsita até o dia 9 de março no CENTRO CULTURAL BORGES (Viamonte e San Martín), acima das Galerias Pacífico. Entrada a 40 pesos.

Delia Pollola – mãe de José Américo Pollola, detenido desaparecido em 25 de fevereiro de 1978.
2. MADRE – Outra excelente exposição de fotografia no Museo Nacional de Bellas Artes. Retratos impressionantes destas guerreiras, uma homenagem do fotógrafo Marcos Adandía às Madres da Praça de Maio.

Por meio destas imagens se pode traçar um itinerário essencial dos últimos 30 anos da sociedade argentina na busca por Memória, Justiça e Verdade.

Há visitas guiadas nos dias 8 11, 15, 22, 25 e 29 de janeiro, às 17:30.

Segue até o dia 28 de fevereiro. Entrada grátis.

Saravá
3. VINÍCIUS…SARAVÁ – Segue a exposição que celebra os centenário do nascimento de Vinícius de Moraes, na Sala Cronópios do Centro Cultural Recoleta.

A curadoria foi feita a quatro mãos, por duas mulheres argentinas: a artista plástica e estilista Renata Schussheim e Marta Rodríguez Santamaría, ex-companheira de Vinicius.

A mostra conta com fotos ampliadas, algumas delas gigantescas, instalações de vídeo e documentários dedicados ao autor de “Insensatez”, “A felicidade”, “Berimbau” e “Tarde em Itapoã”, em parceria com Toquinho, outro de seus grandes companheiros de trabalho.

26 pessoas invadem casa do técnico Cuca no litoral

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O curitibano Cuca Stival, campeão da Taça Libertadores 2013, elogiou, em entrevista exclusiva, o trabalho desenvolvido pelos policiais militares da Operação Verão Paraná 2013/2014 que encaminharam um grupo que invadiu a casa do técnico na última sábado (28), no litoral do estado. A PM, em minutos, conseguiu abordar e conduzir à delegacia 11 adolescentes e 15 adultos que invadiram a residência, no balneário de Ipanema.

“É a primeira vez que isso aconteceu comigo, mas os policiais foram muito rápido, encontraram o pessoal ainda na minha casa”, elogiou. Stival também contou que todos os anos procura passar os feriados de fim de ano na praia, e sabe que está seguro. “Sempre que a gente vem para a praia, vem tranquilo porque sabe que a Polícia Militar está por aqui, que o serviço da PM é muito constante e muito rápido também”, declarou em entrevista exclusiva à reportagem da Polícia Militar na manhã deste domingo (29).

A invasão à casa do técnico aconteceu no último sábado por volta das 5h. De acordo com informações do tenente Iuri Fernandes da Veiga Cavalli, a vizinhança percebeu que se tratava de uma invasão e acionou a PM por meio do telefone de emergência 190. “Quando as equipes policiais chegaram à casa, flagraram o grupo utilizando a piscina da residência, mas antes um deles tentou fechar”, conta. “Imediatamente todos foram abordados e encaminhados à delegacia de Ipanema para que as medidas cabíveis fossem tomadas.

O técnico, além de elogiar a trabalho da Polícia, falou sobre o que tem visto ocorrer no litoral e deu uma orientação aos jovens. “Vejo muito som alto por aí, e vejo que a Polícia Militar está agindo em relação a isso, quanto aos jovens, precisar saber que seus atos têm consequências”, finaliza.

Crédito: Paraná Online

Petkovic é apresentado e inicia trabalhos no Atlético

O sérvio Petkovic já iniciou os trabalhos no comando das categorias de base do Atlético, na manhã desta sexta-feira (27), no CT do Caju.

Em entrevista ao site oficial do clube, o sérvio destacou a estrutura do Atlético. “Alguns clubes estão no padrão europeu, como o Atlético, que é um dos melhores do Brasil. Isso facilita e gera possibilidade para que o desenvolvimento desse trabalho seja adequado”, disse Petkovic.

No Furacão, o principal objetivo do sérvio será a formação de jogadores para o elenco profissional.

“Condições de trabalho não faltam. Esse cargo com a visão que o presidente tem é para fazermos uma coisa diferente e desenvolver um trabalho que seja exemplo”, destacou o ex-jogador.

Credito: Paraná Online